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Ficha de planta · Plantas de primeiro plano

Lilaeopsis brasiliensis

Lilaeopsis brasiliensis, a micro-espada: relvado de primeiro plano lento e resistente. Luz, CO2, substrato e paciência para um prado denso.

Por Equipa AcuarioSano Atualizado em 2 min de leitura
Lilaeopsis brasiliensis (Lilaeopsis brasiliensis)
Foto: Averater · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons

Ficha rápida

Lilaeopsis brasiliensis

Nome científico
Lilaeopsis brasiliensis
Origem
América do Sul
Dificuldade
Média
Temperatura
18–27 °C
pH
6–7,5
Dureza (GH)
2–12 °dGH
Luz
Média
CO₂
Opcional (ajuda)
Crescimento
Lento
Altura
5 cm
Propagação
Estolhos

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Índice +

Como é

A Lilaeopsis brasiliensis, conhecida no comércio como «micro-espada», é uma pequena planta de folhas cilíndricas e estreitas, com a ponta ligeiramente alargada, que forma um relvado verde intenso com cerca de 5 cm. É originária da América do Sul (Brasil, Argentina e Paraguai), onde cresce em margens húmidas e águas pouco profundas.

É apreciada pelo seu aspeto de erva natural e por ser mais robusta do que muitas plantas de tapete da moda: tolera bem a falta de CO2, embora em troca seja lenta. Funciona em layouts naturais e em aquários comunitários com o primeiro plano livre, e é uma boa opção para aquariofilistas pacientes.

Cuidados e aquário

A micro-espada adapta-se a muitos aquários, mas para fechar um relvado precisa de luz média, nutrientes no substrato e tempo.

  • Luz: média. Com pouca luz cresce muito devagar e as folhas alongam.
  • CO2: opcional. Melhora o ritmo e a densidade, mas não é imprescindível.
  • Substrato: fino (areia, areão pequeno ou soil). Em substrato inerte, use pastilhas de raiz.
  • Plantação: divida o vaso em tufos pequenos e plante-os a 2-3 cm, sem enterrar demasiado a base.
  • Localização: primeiro plano luminoso, entre pedras ou à frente de troncos.

As algas nas folhas são o problema mais comum, porque cresce devagar e as folhas velhas acumulam sujidade. Mantenha o aquário ciclado, com boa circulação e nutrientes equilibrados. Na natureza aceita até águas ligeiramente salobras, prova da sua resistência.

Fertilização e poda

Prefere pastilhas de raiz a cada 2-3 meses e um adubo líquido moderado; o excesso de nutrientes na água favorece as algas antes da planta. Quase não precisa de poda: retire as folhas velhas ou com algas, cortando-as pela base. Se o relvado ficar alto, pode apará-lo com tesoura, mas é preferível desbastar tufos velhos para que rebentem novos.

Propagação

Propaga-se por estolões que correm sob o substrato e lançam novos grupos de folhas a poucos centímetros. No início o avanço é lento, mas depois de estabelecida vai fechando o espaço. Para a multiplicar, separe tufos com raízes e replante-os. Também cresce muito bem em emerso, adequando-se ao método seco (dry start).

Equipamento recomendado

O que precisa para manter bem a espécie Lilaeopsis brasiliensis, comparado com o stock da Amazon.

Iluminação LED para aquário plantado 8.4 Nota AcuarioSano: 8.4 em 10
Fertilizantes para plantas de aquário 9.3 Nota AcuarioSano: 9.3 em 10
Kits de CO₂ para aquário 8.6 Nota AcuarioSano: 8.6 em 10
Ferramentas de aquascaping 9.0 Nota AcuarioSano: 9.0 em 10

Perguntas frequentes

Que luz e CO₂ precisa Lilaeopsis brasiliensis?+

Luz: média. CO₂: opcional (ajuda). Crescimento: lento.

É uma boa planta para principiantes?+

É acessível se tiver uma luz razoável e fertilizar com regularidade.

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